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segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Resenha - A Profecia de Hedhen
A Profecia de Hedhen
Saga Os Tronos da Luz - Livro 1
Sinopse: Os Tronos eram forças que reinavam nos dias antigos com o título de
“Luminares”, e através deles, a luz era derramada por todos os povos,
espalhando sua sabedoria, justiça e paz. Mas as trevas, infelizmente,
começaram a entrar naquele mundo e corromper os corações. Os Tronos
foram enfraquecendo, e para manter a esperança eles criaram a Profecia,
antes que sua luz fosse apagada de vez. A Profecia falava do retorno dos
Tronos em dias futuros, onde este já seria dominado pelas trevas. Os
três sinais dos “Luminares” estariam marcados nos corpos daqueles
destinados a receber essa luz ancestral e poderosa. Dos três, um deveria
assegurar o cumprimento dessa Profecia, sem se importar com as
conseqüências; o outro deveria sacrificar a própria vida em troca da
vitória; apenas um permaneceria oculto para sua própria segurança, pois
em suas mãos repousaria o Cetro de Luz, símbolo dos antigos Tronos.
Será que essas três pessoas, portadoras dos poderosos sinais, teriam
forças para lutar contra o mal e trazer de volta a sabedoria, justiça e
paz dos dias antigos?
A Autora
Ana Cristina Lacerda Aguiar nasceu em Fortaleza, no estado do Ceará, no
dia 29 de junho de 1969. Cursou quatro anos de Teologia pelo STP
(Seminário Teológico Peniel), e é licenciada em História pela UVA
(Universidade do Vale do Acaraú). Atualmente trabalha como professora de
História e Geografia no Centro Educacional MFQ. É também uma das
idealizadoras do Projeto Pátio Artes, que visa integrar comunidades
pobres no contato com qualquer tipo de arte. Entre os seus hobbys estão a
paixão pela leitura, o cinema, a dança e o vídeo game, que ela adora
compartilhar com as filhas. Atualmente reside em Fortaleza com as filhas
Sara e Rebecca, e com os pais Airton e Ivete.
Cristina Aguiar escreve desde criança. Suas primeiras tentativas consistiam em tentar recriar diálogos de filmes que gostava. Depois, passou a criar histórias próprias tentando dar continuidade a esses filmes. Aos dezessete anos já se aventurava a fazer esboços na procura de uma história ideal. Acumulou vários cadernos com fragmentos de textos que nunca foram para frente. Viajantes foi o primeiro livro que conseguiu terminar, mas acabou encostando-o na gaveta, apesar da opinião favorável daqueles que o leram. Aconteceu o mesmo com A Tenda Peregrina, um romance juvenil sobre um grupo de jovens arqueólogos que parte em busca de um artefato bíblico. Quanto ao livro A Profecia de Hedhen, foi um sonho realizado. Ele é a soma de várias experiências que deram certo e o início de uma saga cujo terceiro volume já está sendo escrito.
Cristina Aguiar escreve desde criança. Suas primeiras tentativas consistiam em tentar recriar diálogos de filmes que gostava. Depois, passou a criar histórias próprias tentando dar continuidade a esses filmes. Aos dezessete anos já se aventurava a fazer esboços na procura de uma história ideal. Acumulou vários cadernos com fragmentos de textos que nunca foram para frente. Viajantes foi o primeiro livro que conseguiu terminar, mas acabou encostando-o na gaveta, apesar da opinião favorável daqueles que o leram. Aconteceu o mesmo com A Tenda Peregrina, um romance juvenil sobre um grupo de jovens arqueólogos que parte em busca de um artefato bíblico. Quanto ao livro A Profecia de Hedhen, foi um sonho realizado. Ele é a soma de várias experiências que deram certo e o início de uma saga cujo terceiro volume já está sendo escrito.
E O QUE A JOSY ACHOU?
Num país onde a
literatura nacional é recheada de personagens femininas fracas, sem pulso, sem
coragem e impetuosidade, onde personagens masculinos mesquinhos e carrascos são
idolatrados como exemplo de masculinidade, aonde enredos chegam a nos causar
sono, onde autores se inspiram em modinhas ao invés de clássicos, eis que surge
um livro de capa impecável, de diagramação deslumbrante e de uma história de
tirar o fôlego.
Prepare-se: A Profecia
de Hedhen de Cristina Aguiar vai mudar sua visão sobre literatura nacional.
A história, mesmo que
extraordinária, não tem como fundo algo muito diferente de outras histórias de
literatura fantástica: Um mundo criado pela autora, onde o mal domina e tudo
está envolto em trevas. O que faz a diferença no texto de Cristina é a forma
como isso é narrado. Uma antiga profecia fala de três nascimentos onde um Rei,
uma Herdeira, e uma Guardiã, irão trazer novamente a luz. Ocultando o rei por
algum tempo (apesar de eu ter percebido quem é ele nas primeiras linhas), a
autora logo nos traz Deborah (filha da antiga Rainha morta durante o parto), e
Jael (neta de um ferreiro), como a Herdeira e a Guardiã. Assim que nascem,
Hilda, a profetiza, as leva para uma terra de rebeldes, onde elas crescem se
preparando para assumir o posto que lhes pertençam. De tal modo que chegam à
idade adulta, tanto Deborah quanto Jael partem em busca de seus exércitos, a
fim de unirem forças na batalha final.
Porém, antes mesmo
dessas cenas acontecerem, ainda na terra dos rebeldes, elas já enfrentam uma
batalha contra o filho da atual Rainha, que descobre que a Herdeira nasceu, já
é adulta, e é uma forte guerreira (tão forte que o derrotou no campo de
batalha). Nessa cena, que transcorre logo nos primeiros capítulos, já dá pra
notar a mão da autora em cenas de lutas e guerras. Muito bem descrito, uma
narrativa impecável e rápida.
É inegável que Cristina
Aguiar teve a influência de autores como Tokien, C. S. Lewis e Marion Z.
Bradley. Dos dois primeiros autores Cristina captou a importância da narrativa
clássica, e das descrições impecáveis. De Marion, veio a capacidade de criar
personagens femininas fortes e honradas. Mesmo com a tarefa diante de si, tanto
Jael quanto Deborah, apesar de humanas e, consequentemente, tendo defeitos,
permanecem com a postura inalterada diante da seriedade da missão que as
aguarda.
Jael é impetuosa como
uma égua selvagem, não tem lá muito bom senso, mas no desenrolar das páginas
aprende a dominar a si mesma. E Deborah lembra bastante outra personagem de uma
autora nacional (Luciane Rangel), chamada Maire, pois ambas conseguem ser
fortes e aguerridas, e ainda assim são mulheres, com suas próprias
fragilidades.
Porém, o que realmente
me surpreendeu foi a construção de Hedhen, o mundo de Cristina. Assim como C.
S. Lewis, percebo que ela captou muitas coisas da Bíblia, usando com sabedoria
passagens que podem trazer mensagens profundas. A máscara da religiosidade,
mesmo dos bons, é muito bem explorada por Cristina. Ora, tem o povo adorador do
Pai Criador o direito de cortar a mão de alguém que rouba porque tem fome?
Sendo que esse mesmo que tem fome só a tem porque os bons não lhe dão trabalho
por ser estrangeiro? E tem os bons o direito de agredir uma mulher amazona (do
exército inimigo), apenas por causa de sua armadura negra? Ou merece um homem
de passado obscuro o direito de ser perdoado e lutar pelo lado certo.
Mesmo a decisão
romântica de Deborah não veio sem antes confrontar-se com a profecia.
Lembrei-me de um discurso religioso que ouvi certa vez, onde o orador dizia que
devíamos perguntar a Deus, sempre, quando namoramos, se aquela pessoa é a certa
para nós.
A literatura de
Cristina Aguiar não é fácil. Talvez, muitos leitores sem bagagem se veem
perdidos diante dos questionamentos que uma obra com tanta profundidade possa
trazer, mas é um pecado dizer que não devem lê-la. Cristina faz parte do núcleo
dos bons autores nacionais e deve sim ser lida, principalmente em escolas. Talvez
esse tipo de literatura, cheia de mensagens e interpretações, possa trazer um
pouco mais de sabedoria a uma educação que naufraga a olhos vistos.
Minha nota, de 1 a 5
é........4.
Por que diante de tudo
que disse, minha nota não é máxima?
Em minha opinião, houve
um pequeno “porém” no livro. Atalia, a rainha má da história.
Cristina tem um grande
enredo, uma grande história, uma técnica admirável, personagens bem construídos
e criatividade pra dar e vender. Porém, não tem vilã. Nas poucas linhas
citadas, não dá pra visualizar Atalia. Ela é má, cruel, desumana ao ponto de
mandar sacrificar crianças, e perseguir e cegar a própria sobrinha. No entanto, não
sabemos os porquês, nem o que carrega em sua alma. Não falo dos outros vilões,
eles não me trazem interesse, mas simplesmente fiquei esperando por um capítulo
sobre Atalia que não veio.
A história só tem um
lado. Só o lado de Deborah e Jael. Simplesmente Atalia é narrada como um
monstro, mas não existe justificativa para tal. Assim como na história da
Igreja cristã através dos tempos, apenas quem adora o Deus-Pai têm direitos,
podendo avassalar tudo em nome do seu deus? Qualquer outro adorador de outro
deus é errado e tem que ser destruído?
Na verdade, fiel a
forma “torkiana” de narrar, Cristina desempenhou seu papel. Mas, eu sempre
pensei como o autor Kiril Yeskov (autor do livro O Ultimo Anel, que mostra o
outro lado da história de Tolkien), onde todas as guerras têm dois lados, e ambos
os lados tem suas razões e loucuras.
Enfim, pano pra manga,
não? E somente livros bons de verdade causam isso, causam essas discussões infinitas
e interpretações variáveis.
Não deixe de conhecer a
obra.
terça-feira, 10 de setembro de 2013
A Insígnia de Claymor na Amazon
Para quem não pôde comprar a versão impressa, a Amazon vende o ebook num preço mega camarada
http://www.amazon.com.br/A-Ins%C3%ADgnia-de-Claymor-ebook/dp/B00E8GXTWI/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1378836641&sr=1-1
http://www.amazon.com.br/A-Ins%C3%ADgnia-de-Claymor-ebook/dp/B00E8GXTWI/ref=sr_1_1?s=digital-text&ie=UTF8&qid=1378836641&sr=1-1
quarta-feira, 28 de agosto de 2013
Esclarecimentos sobre A Insígnia de Claymor
Bom dia amores!
Ontem à noite pensei em
fazer esse post, mas com o frio que está sobre Ijuí, acabei desistindo e fui
dormir. Então, depois de ler os e-mails e cumprir minhas obrigações
profissionais hoje, vim correndo escrever alguns recados.
Bom, como todos já
sabem, faz uns 20 dias que a Modo começou a vender A Insígnia de Claymor no seu
site e na Amazon. Desde então estou sendo bastante questionada sobre o 2°
livro, algo compreensível, afinal IDC termina de uma forma “aberta”. Primeiramente,
eu respondia a cada leitor de forma ordenada, via MP, etc. Mas, como já são
muitos (graças a Deus!), estou começando a copiar e colar o que passo para cada
um, o que considero um desrespeito. Então, resolvi que o melhor era fazer um
post geral.
Assim sendo, quero
explanar e me colocar a disposição para qualquer dúvida de leitor, afinal de
contas interação é importante para o meu trabalho. Se não quiser perguntar no
post, pode perguntar pelo email josiane_veiga@yahoo.com.br
Mas no geral, aqui vocês
encontrarão a explicação da autora.
Vamos lá:
Quando comecei a ler,
ainda na pré-adolescência, meu autor favorito era Érico Veríssimo. Cresci na
cidade vizinha a sua cidade, e li praticamente tudo que ele escreveu. Mas foi a
saga dos Terra que mais me marcou. Para mim, a forma como Érico narrava à
trajetória daquela família era perfeita, era respeitável. Lembro-me até hoje da
triste sina de Ana Terra e, após isso, mergulhava na vida de Bibiana (sua neta).
Então, sempre pensei que quando fosse contar a história de uma família eu faria
igual.
Ou seja:
Começaria
com os filhos de Albert, e depois partiria para os netos e bisnetos.
Mais claramente: no 1°
livro contaria a história de Jehanie e Alexei, e no 2° continuaria com a vida
do filho de Jehanie (que ela já tem no ventre, fruto da única noite que teve
com Daniel).
Isso quer dizer que sim, o livro A INSÍGNIA DE CLAYMOR,
termina ali.
Por mais difícil
que seja para os leitores, Daniel fez sua escolha. Sei que o leitor nacional é
acostumado com finais fofinhos e cheios de coraçõezinhos andando pelo ar, mas Sergio
Camach (um escritor que admiro muito, autor de Para Sempre Ana) explicou bem em
sua resenha:
“Daniel teve a
oportunidade de escolher entre o amor e a vingança; Alexei amargou uma
(metafórica) justiça poética (cabe ao leitor julgar se o fim dado ao jovem
Claymor trará ou não felicidade ao personagem); Jehanie viveu experiências fora
de sua redoma que poderão fazê-la crescer...”
Por
mais que o final seja chocante, é o final.
No próximo livro “O
filho de Claymor”, Jehanie e Alexei seriam meros coadjuvantes, assim como
Daniel, que voltará para prosseguir em sua vingança.
Na época que escrevia
IDC em sites na internet, a ideia era escrever todos os livros num tópico único.
Porém, tive problemas pessoais graves (um acidente que levou as pernas do meu
padrasto), e tive um bloqueio que resultou na minha retirada do mundo dos
Claymor. Levei cerca de dois anos para voltar a escrever e só consegui quando
encontrei outro universo: os Jishu. Na saga Jishu sim, eu consegui concluir os
3 livros. Rendição (481 páginas), Redenção (413 páginas) e Remissão (534
páginas) já estão à venda e foram os livros que me projetaram no cenário
nacional.
Mas você que leu IDC
deve estar se perguntando: Eu escreverei o próximo livro dos Claymor?
Sim, um dia.
É uma promessa a mim
mesma. Quando um autor sai do universo de seus personagens, essa volta é muito
complicada. Ele precisa se focar novamente, precisa voltar a respirar a
cultura, a época, os costumes. Ele precisa voltar a conhecer intimamente cada
personagens, saber sua postura, suas falas, etc. Sei a história do próximo
Claymor na cabeça. Sei o que vai acontecer, etc. Mas, colocar o que tenho em
mente no papel é complicado, difícil e cansativo. Um livro é como um quadro em
branco, que deve ser lapidado e pintado com cuidado e respeito.
Nesse momento estou sem
escrever. Terminei Remissão em agosto, e estou me dando uma folga até o verão,
quando começarei outra história. Não é a história de Claymor, e sim um livro
que se passará na 2º Guerra Mundial. Já estou nesse enredo, já estou me
emocionando com a dor dos personagens, já estou construindo cada cena na mente,
ou seja, já estou no mundo de “Corpo Proibido”, um drama que contará a história
de um travesti que trabalhará em um prostíbulo durante a guerra. É uma história
muito triste, onde estou me entregando com toda a minha alma, vendo muitos
filmes e estudando muito o comportamento social da época.
Talvez depois desse
livro, eu volte a Claymor, volte aos castelos frios da Inglaterra, volte à
vilania de Alexei, e a ingenuidade de Jehanie. Talvez eu volte ao cheiro acre
do inverno, e aos porquinhos que circulam livres pelas terras de Albert. Vamos
ver... talvez.
Porém, não volto para a
história onde ela terminou. Volto para a história 20 anos depois, volto já para
o filho adulto da ruiva, e sua lealdade ao homem loiro que ele chama de pai.
Então, era isso.
De coração, obrigada a
todos que se envolveram na história e gostaram do meu trabalho.
Marcadores:
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sexta-feira, 23 de agosto de 2013
quinta-feira, 22 de agosto de 2013
Xenofobia e a Saga Jishu
![]() |
Imagem pertence a http://carlosnojapao.blogspot.com.br/ |
Um dos muitos temas polêmicos da Saga Jishu é o
preconceito contra imigrantes no Japão. Talvez, um pouco ácida, mas com muito
cuidado, eu induzi diversas cenas em que a estrangeira Audrey Morgan recebe
indiretas e ironias por sua nacionalidade.
Audrey é americana. Foi educada em japonês por uma
freira, e fala a língua nipônica com fluência. Ela também é bastante inteirada
com a tradição do país, e tenta não entrar em conflito com algumas regras. Mas,
suas tentativas de se “enturmar” com alguns personagens se tornam fracassadas
simplesmente por ela não ter olhos puxados.
A primeira cena em que é menosprezada por ser
estrangeira acontece no livro Rendição. Ao conhecer Shun Ninomura, a mulher
recebe um tratamento frio. Ele diz, num murmuro, o “gaijin” que tanto o incomoda.
Em Redenção e Remissão, Sayuri usa o fato para atacá-la.
Yuuky Sakamoto não fica atrás. Mas, com certeza é com o porteiro Yatsu Kanako
que finalmente a indução de desprezo fica claro. No trecho em que ele lhe admira
as formas, pensa e crê que ela facilmente lhe concederia favores especiais e
sexuais simplesmente por não ser japonesa.
“Kanako
sempre a observava, demorando seus olhos sobre aquele corpo de deusa. Tinha uma
namorada, mas a garota em questão era um nada perto do corpo escultural de
Morgan... E, além disso, o rapaz mantinha uma esperança acessa: bem sabia que
as estrangeiras não tinham vergonha e eram imorais. Tinha certeza que, caso
tentasse, levaria a mulher facilmente para a cama.”
Existe uma ilusão entre brasileiros fãs
de anime ou de bandas japonesas de que a vida no Japão é cor-de-rosa, linda e
perfeita. Todavia, assim como no Brasil, a vida no Japão é feita de momentos
maravilhosos e ruins. E no Japão, assim como no Brasil, nem todas as leis
funcionam ou existem. A lei contra a xenofobia no Japão não existe, por
exemplo. E disso até a própria ONU já reclamou.
Relatos sobre preconceito contra
estrangeiros pipocam na internet, como AQUI.
De fato, muitas amigas japonesas que tenho são incrivelmente maravilhosas, e
muitas outras amigas que foram passear por lá trouxeram relatos lindos de amor
e respeito. Porém, ser escritor é provocar, é causar dor, dar raiva. Ora,
sempre digo isso: Para que merda eu seria autora se fosse para escrever a mesma
droga de todo mundo? Não, eu quero mesmo é mexer nos brios, causar exaltação,
talvez até polêmica. Então, nada mais justo que falar de coisas que incomodam,
e a xenofobia é uma delas.
Se você gosta de histórias melosas e cheias de açúcar,
fuja dos meus textos.
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
A venda - Remissão e A Insígnia de Claymor
Caros, enfim, chegou ao fim a preparação dos dois lançamentos desse ano.
Então, é hora de avisar das pré vendas de IDC e também o lançamento de Remissão.
Espero que gostem^^
Impresso
Ebook (PDF)
Então, é hora de avisar das pré vendas de IDC e também o lançamento de Remissão.
Espero que gostem^^
Remissão
O tempo cura tudo...
Ninomura Kazuo escolheu recomeçar.
Ponto um: terminar uma relação que só estava lhe fazendo mal: ok.
Ponto dois: começar um novo trabalho: ok.
Ponto três: Por que não buscar a remissão? Dar-se uma chance de conquistar aquilo que chamavam de felicidade?
...menos um grande amor.
Ken Takeshi escolheu lutar.
Ponto um: provar que era inocente e reconquistar a confiança de seu grande amor: ainda não havia conseguido.
Ponto dois: impedir Nino de namorar outra pessoa: iria conseguir nem que custasse sua vida!
Ponto três: Por que não podia desistir da remissão? Ora! Porque ele e Kazuo eram almas gêmeas e, não importava o quê, não ia abrir mão de sua felicidade!
Ninomura Kazuo escolheu recomeçar.
Ponto um: terminar uma relação que só estava lhe fazendo mal: ok.
Ponto dois: começar um novo trabalho: ok.
Ponto três: Por que não buscar a remissão? Dar-se uma chance de conquistar aquilo que chamavam de felicidade?
...menos um grande amor.
Ken Takeshi escolheu lutar.
Ponto um: provar que era inocente e reconquistar a confiança de seu grande amor: ainda não havia conseguido.
Ponto dois: impedir Nino de namorar outra pessoa: iria conseguir nem que custasse sua vida!
Ponto três: Por que não podia desistir da remissão? Ora! Porque ele e Kazuo eram almas gêmeas e, não importava o quê, não ia abrir mão de sua felicidade!
Impresso
De
R$
48.71
por:
R$ 43,18
Ebook (PDF)
R$ 16,59
Idade Média. Jehanie Claymor é uma
jovem Lady que cresceu protegida pelo amor incestuoso do irmão Alexei.
Sem conhecer os perigos e maldades da época, ela foi mimada e amada ao
extremo. Mas, em uma viagem em que abandona o castelo de seu pai para ir
de encontro ao seu noivo Garreth, vê todas as suas ilusões românticas
chegando ao fim. Sir Daniel Trent só busca vingança. Sua irmã mais
jovem foi seduzida pelo cavaleiro Alexei Claymor, e abandonada por ele
após engravidar. Sem esperança, a jovem matou-se, deixando Trent com a
incumbência de limpar sua honra. No entanto, seu destino muda
completamente ao encontrar uma jovem que perdeu a memória. ...E assim,
sem saber, ele acaba se apaixonando pela irmã de seu maior inimigo...
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Ebook A Insígnia de Claymor
Queridos,
Antes do lançamento na Bienal, a Modo Editora já disponibilizou o ebook de A INSÍGNIA DE CLAYMOR na Amazon. Confiram, está apenas R$ 5,99.
Antes do lançamento na Bienal, a Modo Editora já disponibilizou o ebook de A INSÍGNIA DE CLAYMOR na Amazon. Confiram, está apenas R$ 5,99.
quinta-feira, 25 de julho de 2013
sábado, 13 de julho de 2013
Resenha - Angellore - A Divina Conspiração
Olívia Giacomelli é uma investigadora de polícia especializada em
complexos casos de assassinato. Competente, ela sempre conseguira
resolver com êxito cada um deles, nunca encerrando um crime sem
solucioná-lo. No entanto, uma sequência de mortes misteriosas vinha
ocorrendo desde 2007 sem que o assassino deixasse rastro. Sophie, uma
jovem universitária perseguida por sombras sinistras, tenta superar a
ausência da família que morrera num terrível acidente de carro no
reveillon de 2008. Em busca por respostas, os caminhos de Sophie e
Olívia se cruzam e ambas irão se deparar com uma realidade aterradora.
Elas se veem em meio a uma batalha invisível que desde sempre era
travada por seres imortais: os Angellores. Agora, elas estão num terreno
obscuro e assustador, precisarão se arriscar para descobrir a verdade
que mudará suas vidas para sempre.
A Autora:
Gabrielle Venâncio Ruas é mineira de Contagem, e começou a escrever ainda na infância.
Tudo começou num belo dia, dentro da sala de aula, quando a professora de português pediu aos alunos que fizessem uma redação de uma página sobre alguma história criada pelas próprias crianças, e a sua deu quase vinte! Foi a partir disso que descobriu sua vocação para a literatura, e desde então não parou mais de escrever.
Cresceu lendo livros compulsivamente e assistindo animes japoneses na TV (Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco, Shurato...), de onde vem grande parte de sua inspiração literária. Começou a elaborar seu primeiro romance, Os Sete Medalhões – A Lenda, aos 12 anos e, após concluí-lo seis anos depois, o lançou de forma independente pela internet, o que lhe rendeu experiência e a ajudou a conquistar seus primeiros leitores. Além de escritora, também é desenhista amadora.
Atualmente cursa Bacharelado em Letras e Literatura na Universidade Federal de Minas Gerais e pretende seguir uma carreira sólida na área da Língua Portuguesa e das belas-letras literárias. Almeja ganhar um espaço no panorama nacional e ter seus livros entre as estantes das livrarias e nas mãos dos leitores brasileiros. Angellore – A Divina Conspiração é seu primeiro romance publicado.
Skoob:
Compre
E o que a Josy achou?
A Autora:
Gabrielle Venâncio Ruas é mineira de Contagem, e começou a escrever ainda na infância.
Tudo começou num belo dia, dentro da sala de aula, quando a professora de português pediu aos alunos que fizessem uma redação de uma página sobre alguma história criada pelas próprias crianças, e a sua deu quase vinte! Foi a partir disso que descobriu sua vocação para a literatura, e desde então não parou mais de escrever.
Cresceu lendo livros compulsivamente e assistindo animes japoneses na TV (Sailor Moon, Cavaleiros do Zodíaco, Shurato...), de onde vem grande parte de sua inspiração literária. Começou a elaborar seu primeiro romance, Os Sete Medalhões – A Lenda, aos 12 anos e, após concluí-lo seis anos depois, o lançou de forma independente pela internet, o que lhe rendeu experiência e a ajudou a conquistar seus primeiros leitores. Além de escritora, também é desenhista amadora.
Atualmente cursa Bacharelado em Letras e Literatura na Universidade Federal de Minas Gerais e pretende seguir uma carreira sólida na área da Língua Portuguesa e das belas-letras literárias. Almeja ganhar um espaço no panorama nacional e ter seus livros entre as estantes das livrarias e nas mãos dos leitores brasileiros. Angellore – A Divina Conspiração é seu primeiro romance publicado.
Skoob:
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E o que a Josy achou?
Essa semana chegou para
mim o livro de Gabrielle
Venâncio Ruas, Angellore - A Divina Conspiração, lançado
pela Modo Editora. Assim que saiu o booktour eu me escrevi, muito mais para
cumprir a meta de ler livros nacionais esse ano, do que realmente por
interesse, afinal de contas era um romance sobrenatural... e, sejamos francos,
a maioria dos romances sobrenaturais é um belo pé no saco.
Mas, o livro chegou. A capa é
estilo Modo, lindíssima, e a diagramação caprichada, enfim, tudo para trazer
interesse. Peguei o livro nas mãos, com a intenção de dar uma olhadela no
estilo da autora, ler... Sei lá... umas 10 páginas e ir dormir.
Pasmem, li em menos de uma hora
quase cem páginas e só parei porque minha mãe bateu na porta do meu quarto
avisando que já era quase meia noite e que eu tinha que levantar cedo...
CARACAS! UMA AUTORA NACIONAL BOA!
Boa não, ótima!
O livro tem estrutura, tem um
enredo que realmente te faz perder o fôlego, e dá até certo medo em algumas
cenas, ainda mais se você resolve ler o livro a noite. A história gira em torno
de duas mulheres, cada uma com seu próprio passado, interligados por fatos inexplicáveis,
envolvidas em uma trama que surpreende.
A primeira vista Angellore pode parecer simples, mas não
é. Narrado em primeira pessoa você acompanha os pensamentos e sentimentos de
cada protagonista.
Olivia, uma detetive que tem fama
de sempre desvendar todos os casos, tem em suas mãos um caso de assassinato,
onde a vitima não tem marcas nem inimigos. Simplesmente sabe-se que a garota
morreu, mas ninguém entende como. Na sua carreira, não é o primeiro caso assim.
E em todos eles, as únicas testemunhas dizem que as vitimas morreram após serem
envolvidas em uma áurea negra.
Numa historia paralela,
conhecemos Sophie, uma estudante de história que tem uma vida comum, amigos
comuns, um emprego calmo, mora com a tia e meio que parece balançar pelo melhor
amigo Fernando. Porém, Sophie não é comum. Ela vê vultos e tem sonhos desde que
perdeu a família em um acidente de carro. Suas visões são apavorantes, e juro
para vocês que fiquei grilada em dormir depois de ler a garota sendo perseguida
por sombras negras numa rua. Outra coisa que a destaca é que Sophie sente o
cheiro da morte, então cada vez que ela sentia aquele cheiro podre eu ficava
angustiada...rsrsrs. Nesse ínterim, Nicolae, um jovem
sedutor aparece na vida de Sophie, confundindo-a com uma postura que às vezes
era ofensiva, e em outras, protetora.
Resenhar o livro é uma tarefa
complicada, porque muitas das cenas importantes não podem ser contadas, afinal
de contas, seria das spoiler. E dar spoiler de Angellore é imperdoável, porque
nada supera o fato de que a cada paragrafo lido você desvenda mistérios que
sequer pensou.
Angellore é uma obra em que nada
é o que parece. Nem sempre a família foi perfeita, nem sempre os amigos são
realmente amigos, ou os inimigos são realmente inimigos. O livro é muito bem
pensado, bem desenvolvido, e a pesquisa histórica sobre os ceifadores (ou anjos
de asas negras) é um espetáculo a parte. A autora tem técnica e tem alma. Não é
aqueles livros vazios com apena sum amontoados de palavras. Nessa obra você
realmente se emociona com as protagonistas, e sinceramente, é impossível não se
apaixonar por Nicolae.
Ok, eu sei. Ele foi bruto boa parte do tempo, mas a abnegação dele em cuidar de Sophie... ahhhh, quem resiste? Fora que ele é muito mais carnal que ela! Sophie chegou a ser irritante em algumas cenas, incapaz de seguir os próprios desejos. Mas, ele não... mesmo... cof cof cof... mesmo sendo... kduhfiurejds... enfim, ele ainda era capaz de se sentir paixão.
Angellore, a divina conspiração é
uma obra única, uma pérola da literatura nacional. Nota dez! O único porém será
a agonia para esperar a continuação.
Mal posso esperar!
sexta-feira, 5 de julho de 2013
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Capa Aberta de Remissão + desabafo da autora
Após cinco anos, mais
de 1500 páginas, muito trabalho, dor, lágrimas e suor, enfim a saga da banda
Jishu chega ao seu final. Em agosto estarei disponibilizando para venda o livro
REMISSÃO que encerra a trajetória de Ken, Ninomura, Shuichi, Aiko e Kin. A
banda Jishu começou num sonho meu de escrever algo pequeno, apenas para entreter,
mas tomou proporções enormes, tornou-se um marco na vida de muitos leitores,
trouxe-me amizades e inimizades, e enfim, conseguiu cavar fundo na ferida da
dita aparência social que nos cerca.
Teve de tudo. Pessoas
normais, loucas, amadas, odiadas, lindas e feias, de todas as concepções. Lidou
com assuntos que doem: prostituição, idolatria, amor, falsidade, amizade...
enfim, durante os três livros dancei no universo de uma banda de cinco garotos
que precisa fingir o que não são para manter um sucesso que nem sempre os faz
feliz.
Muitos autores sonham
em ter uma trilogia com esse peso. Eu consegui.
Não vou minimizar meu feito, porque sinceramente não preciso. Rendição e
Redenção são alguns dos livros mais vendidos do Bookess. No Clube de autores
também tiveram muitas vendas. Nos sites que estão disponíveis para leitura, tem
– e muita – gente lendo.
Remissão caminha em
direção ao mesmo futuro. No site em que minhas leitoras betas acompanham antes
de eu corrigir e transformar em livro, reparem na quantidade de comentários:
E o último capítulo
ainda não foi postado! Então, imagino que com o último capítulo postado vou
chegar a 2.700 comentários fácil. Sou
autora de fanfics a muitos anos e sei que essa quantidade de comentários num
mundo original é quase utópico, impossível, então... nem tenho palavras.
A trajetória da
trilogia só aconteceu por alguns apoios nos momentos difíceis. Num momento em
que muita gente boicotou Rendição, Nina (a pessoa que fez o prefácio do livro
1) e Yara mantiveram-se leitoras fieis. Quando a média de 100 comentários por
capítulo caiu para 1 ou 2, foram as duas que comentavam e surtavam
publicamente, lixando-se para quem não gostava.
Com Redenção, Fabi,
Dani e Isa apareceram. Fabi, aliás, fez o prefácio do livro 2. Fabi é uma
autora audaciosa, incrível, e foi ela que me deu dicas e criticas construtivas.
Fabi trouxe de volta o gosto dos comentários, aquilo que eu tinha perdido com o
boicote. Dani foi a pessoa que me manteve com os pés no chão. Acho que ela não
sabe da importância que teve pro livro, mas é bom contar agora, muito das
coisas que surgiram, até mesmo da vontade de escrever, veio da cobrança dela.
Isa, a minha convidada para escrever o prefácio da despedida, era minha alma gêmea
comentando o que eu sempre tinha vontade de falar mas não podia pela ética de
autora. Tão doida quanto eu, não é a toa que sou louca por ela.
Samy sempre será
lembrada por mim como a pessoa que defendeu Shuichi quando ninguém mais fazia. Bárbara
como a pessoa que peitava o personagem, e dizia o que pensava dele, sem medo
nenhum de quem não gostava. As duas
tiveram coragem porque em nenhum momento ficaram neutras. Outras acompanharam,
mas foram elas que me marcaram.
Tesho era quase sempre
a primeira a comentar, então quando eu postava, sempre ficava aguardando o comentário
dela aparecer na minha caixa de mensagens. Yukari era a que mais me fazia rir,
porque ela sempre tinha as melhores teorias sobre a trajetória da fic,
infelizmente não pude usar a de Shipou-san, mas... E tinha a Gaby, que a cada
comentário, parecia resenhar a fic. Ah, como consegue ler minha alma assim?
Pri, Faby, Cyn, Gi, Louise,
Bruh, Naj, Denise, e tantas que fizeram parte desse trabalho, muito obrigada
pelo apoio. Sei que esqueci de citar várias (realmente, me perdoem!), mas por
favor, todas as pessoas envolvidas, sintam-se de certa forma abraçadas por mim.
Aos leitores dos
livros, especialmente Cássia, Catalina, Joice, Cristal, Virginia, Suelen...
muito obrigada. Aos leitores anônimos, aqueles que não podem dizer que leem
(recebo e-mails de educadores, ou de demais pessoas que não podem admitir que leram
uma saga gay) meu muito obrigada também. Muito obrigada a todos que compraram
os livros, não só da Saga Jishu, mas dos demais... ser autora nacional valeu
muito por causa de vocês.
E fica aqui também o
meu muito obrigada a Gabriela Tavares, a fofa que me deu a capa de encerramento.
Gaby é uma artista nata, com certeza daqui a algum tempo seus desenhos e
trabalhos valeram muito, mas ela me presenteou com essa capa exatamente do
jeito que eu queria.
Enfim...
Vamos então à capa?
Sinopse
O tempo cura tudo...
Ninomura Kazuo escolheu recomeçar.
Ponto um: terminar uma relação que só estava lhe fazendo mal: ok.
Ponto dois: começar um novo trabalho: ok.
Ponto três: Por que não buscar a remissão? Dar-se uma chance de conquistar aquilo que chamavam de felicidade?
Ponto um: terminar uma relação que só estava lhe fazendo mal: ok.
Ponto dois: começar um novo trabalho: ok.
Ponto três: Por que não buscar a remissão? Dar-se uma chance de conquistar aquilo que chamavam de felicidade?
...menos um grande amor.
Ken Takeshi escolheu lutar.
Ponto um: provar que era inocente e reconquistar a confiança de seu grande amor: ainda não havia conseguido.
Ponto dois: impedir Nino de namorar outra pessoa: iria conseguir nem que custasse sua vida!
Ponto três: Por que não podia desistir da remissão? Ora! Porque ele e Kazuo eram almas gêmeas e, não importava o quê, não ia abrir mão de sua felicidade!
Ponto um: provar que era inocente e reconquistar a confiança de seu grande amor: ainda não havia conseguido.
Ponto dois: impedir Nino de namorar outra pessoa: iria conseguir nem que custasse sua vida!
Ponto três: Por que não podia desistir da remissão? Ora! Porque ele e Kazuo eram almas gêmeas e, não importava o quê, não ia abrir mão de sua felicidade!
Enfim, chega de
choradeira. Uma etapa se encerra, mas outra se inicia. Aguardem-me com mais.
Outros personagens, outras lágrimas, outras vidas. Sempre há tempo de
recomeçar.
Josiane Veiga
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