terça-feira, 26 de julho de 2011

REE - Prólogo e Capítulo 1

Para conhecimento da obra, abaixo o Prólogo e o Primeiro Capítulo para quem desejar ler^^

Prólogo

Inglaterra, 1842

A

noite chegou, trazendo consigo o mais intenso breu que os olhos azuis da loira já haviam visto.

Era primavera. Era o dia de seu casamento. Toda a cerimônia e festa haviam sido perfeitas, poéticas e de um romantismo ímpar. No entanto, aquele que deveria ter sido o dia mais feliz da vida de Eleanor acabou sendo o dia de seu maior suplício.

Ali estava ela, no auge de seus vinte e poucos anos, preparando-se para a mais pavorosa noite de núpcias que uma mulher poderia sonhar. E isso a angustiava. Desestabilizava-a. Não fora isso que ambicionou.

Era bem verdade que todo o planejamento que fizera desde que o jovem duque Ian havia retornado de Londres incluía o casamento. Mas, após isso, seus sonhos partiam para uma romântica fuga ao lado do ardente Benjamin.

Olhou-se no espelho. Estava linda. O vento que adentrava pela janela enorme sacudia seu vestido claro, fazendo-o deslizar pelo maravilhoso corpo de formas perfeitas.

Apesar disso, uma sensação ruim preenchia sua alma. O ar quente da noite não lhe trazia calma ou paz, antes parecia gritar seu nome, chamando-a...

Eleanor sabia que Ian era jovem, rico, e, diziam, até bonito, mas ela nunca o desejara. O noivado com aquele homem de intensos olhos negros deu-se apenas para satisfazer sua ambiciosa família. Mal tinha visto o rapaz em toda a sua vida, contudo era sua noiva desde o nascimento. Nunca lhe foi concedida a oportunidade de escolha.

Ian fora estudar em Londres, enquanto Eleanor ficou na cidade de York, sendo educada pela família para ser uma boa esposa. Quando enfim o conheceu, na festa de noivado, não pôde dizer que ficara decepcionada com a aparência dele. Era moreno, contradizendo sua ascendência escocesa por parte do avô paterno, mas tinha olhos frios. Ela, fogosa e vivaz, não suportaria passar o resto da vida ao lado de um homem tão gélido como ele. Ao passo que a vida com o aventureiro Bem parecia muito mais convidativa, excitante.

Havia se encontrado com Benjamin às escondidas e proposto o normal para a situação. Afinal, amava o pobre rapaz.

-Está louca? - Ele gritou. - Não fugirei com você!

-Mas terei de me casar com Ian! Como pode aceitar isso?

-Era isso que eu queria, sua tola! Agora teremos tanto dinheiro quanto pudermos gastar! E você conseguirá tudo daquele idiota!

-Como pode aceitar me dividir com ele? Achei que me amasse!

-E amo... - a voz dele amenizou. - Mas como sobreviveríamos sem um tostão no bolso? Precisamos do dinheiro dele...

Foi então que Eleanor compreendeu tudo.

-Você me usou! – Disse, consternada. - Nesta noite, contarei tudo a Ian! Não vou mais enganá-lo!

No entanto, a revelação não aconteceu na noite da discussão, e tampouco nos dias seguintes. Agora, Eleanor e Ian haviam acabado de se casar, e a moça ainda não contara a verdade.

Eleanor suspirou. Naquele dia, Ben saiu batendo a porta do quarto vagabundo da pousada - o mesmo que por diversas vezes fora usado para seus encontros -, deixando Eleanor ali, chorando sozinha.

Sentou-se na cama. Logo o marido entraria pela porta, e ela teria que contar-lhe a verdade. Só não sabia se seria antes ou depois de ele perceber que não era mais virgem.

Respirando fundo, ergueu-se e foi até o espelho. Encarou a imagem refletida, analisando suas possibilidades. Pensou que talvez sua situação não fosse tão terrível. Afinal, alguém com sua aparência poderia dominar o marido sem grandes esforços. Olhou o colar no pescoço com a enorme pedra de diamantes. Era uma relíquia, e devia custar alguns milhares de libras. Pertencera à Rainha Matilde, que após uma guerra civil presenteou um antepassado de Ian pela lealdade, e se tornara a jóia mais importante da família. Recebeu-o na festa de noivado, e pensara em vendê-lo assim que fugisse com Ben. Mas então, ao descobrir os verdadeiros motivos do amante para estar com ela, abandonou a ideia.

De repente, um barulho do lado de fora interrompeu lhe os pensamentos. Em poucos instantes, adentrou pela porta uma figura que quase a fez gritar. Mal teve tempo de esboçar uma reação, mãos firmes puxaram o colar de seu pescoço e jogaram-na contra a janela de vidro, que não resistiu e quebrou, derrubando-a do quarto andar.

O silêncio reinou.

Lá embaixo, apenas um corpo morto - o corpo de uma moça que um dia fora linda, mas que agora jazia fria ao chão - quebrava o ar de calma do lugar.


Capítulo I

M

airi jogou por cima dos ombros cansados o latão de água quente. Mal podia suportar as próprias pernas. Felizmente, logo acabaria aquela atividade. Lavar os vestidos caríssimos de lady Dorothea era um inferno. Tinha primeiramente que esquentar a água, deixar de molho as barras e então passar sabonete de lilás no tecido.

A jovem moça era empregada na casa do lord Ian McGreggor desde criança, mas nunca se acostumara à rotina de escrava imposta pela governanta, senhora Perpétua.

Órfã de pai e mãe, a linda moça de cabelos castanhos e olhos tão azuis quanto o céu nunca conheceu outra vida. Trabalhava dia e noite alheia ao que acontecia fora do seu mundinho que era a cozinha e, eventualmente, o lago da mansão de seu lord. Também não tinha ideia de como sua aparência era meiga e fascinante, e de como sua pele clara formava um conjunto perfeito com seu corpo exuberante.

Mairi poderia facilmente sair da vida de empregada e torna-se amante de algum lord rico. Mas nunca sequer cogitou isso. Apesar de ser uma moça pobre, tinha caráter. E também jamais parou pra pensar no quanto sua vida era triste. Nunca tivera uma família, não conhecia o significado da palavra carinho. Tratada como um animal, ela se escondia pelos cantos, com medo de tudo.

Quase um ano antes, só uma pessoa havia quebrado a autoproteção que a envolvia. O jovem Ben, rapaz belo, de cabelos escuros como a noite, e olhos tão dominadores que quase a fizeram se apaixonar. Poderia-se dizer que eles foram simplesmente amigos, mas seria mentir ao coração solitário da moça; afinal, o maldito órgão palpitava no peito quando o via chegar à mansão, para entregar as verduras encomendadas na banca de seu pai na feira.

Porém, alguns meses após alimentar aquela admiração secreta, descobriu os motivos que levaram o jovem mancebo a se aproximar dela, a empregada que limpava os ladrilhos: a belíssima Lady Eleanor. Triste, admitiu que o homem só havia firmado amizade com Mairi para se aproximar da noiva de lord Ian. Magoada, não conversou mais com Bem, passando a ignorá-lo assim que o via com a charrete. Entretanto, sempre carregou o peso de, mesmo involuntariamente, ter ajudado o rapaz a se aproximar da falecida nobre.

Mairi sabia que eles haviam se tornado amantes, mas nunca falou nada disso a ninguém. Já tinha as tarefas cansativas da mansão dos McGreggor para se preocupar. Além disso, apesar de ser uma moça fina, Eleanor nunca havia lhe tratado mal. Até lhe sorrira certa vez. Então, porque haveria de tentar atrapalhar aquele sentimento?

A empregada também foi uma testemunha da tristeza de Eleanor no dia do seu casamento, e viu o corpo dela estirado no piso de concreto logo após o fim da festa de suas núpcias. Algumas pessoas diziam que a moça havia se suicidado, atirando-se da janela do quarto de casal, ou que fora assaltada, já que o colar de diamantes que ela ganhou no noivado havia desaparecido. Mas outras falavam que lord Ian a matara. A verdade nunca apareceu, mas a polícia ainda estava investigando.

Mairi não sabia o que pensar, pois não conhecia o lord pessoalmente. Ian havia saído de York muito jovem para estudar em Londres, e retornou há pouco tempo para se casar com a sua noiva, prometida desde o nascimento. Mesmo agora que ele regressara, nunca lhe foi permitido entrar na sala dos patrões ou se aproximar. Ela ficava apenas no porão ou nas salas em que se lavavam as roupas do castelo. E foi nas lavanderias que ela acabou descobrindo a única coisa que sabia de seu lord "Ele tem um cheiro muito bom", é o que sempre pensava ao pegar as suas camisas para lavar.

-Já acabou, Mairi? - A governanta berrou ainda no corredor, aproximando-se.

-Ainda não, senhora Perpétua. Tenho que lavar os ladrilhos do quarto de milady Dorothea, e a biblioteca também.

Dorothea era a mãe de Ian. Mulher rígida, nunca lhe dirigiu um olhar. Bom, era de se esperar; afinal, a moça de cabelos castanhos não passava de um bichinho medroso pela enorme casa.

-Pois vá logo! Parece até que não tem gratidão pela bondosa lady Dorothea ter recolhido você da rua e lhe dado teto e comida! Deveria fazer seu serviço com mais rapidez, sua lerda!

-Estou indo! – Replicou, movendo-se apressadamente. Demorou quase uma hora para limpar as ricas cerâmicas do quarto, e não pôde deixar de pensar que não precisava ser assim tão grata pelo acolhimento de lady Dorothea, já que não ganhava um centavo para tanto trabalho.

Na verdade, desconfiava que os ricos Lords pagassem sua labuta, mas o dinheiro nunca chegou a suas mãos. Provavelmente, a governanta não pensava que ela necessitasse daqueles trocados.

Pensando em seu quarto, e no quanto desejava sua estreita cama de colchão de palha, Mairi foi à biblioteca. Entrou cabisbaixa sem olhar direito o ambiente, e se dirigiu a uma das prateleiras de livros. Pegou um deles e o olhou, sonhadora.

Ivanhoé... Era seu livro favorito. Aprendeu a ler com um bondoso reverendo que havia morado em York. Ele a ensinou na Bíblia, ela pegou gosto pela coisa, e logo começou a tomar emprestados alguns livros do castelo e os levar para o quarto por algum tempo, mas depois sempre devolvia. Esse era seu modo de escapar da realidade, e com Ivanhoé ela até se apaixonou pela primeira vez: Wilfred, personagem principal do livro.

O escritor escocês, Walter Scott, tornou-se seu autor favorito, e a história de Rowena e Wilfred, o casal de Ivanhoé, se tornara a sua história preferida.

-Também gosto muito de Ivanhoé...

Mairi quase derrubou o livro no chão, tamanho seu susto. Olhou para o canto de onde a voz havia saído e mal podia acreditar em seus olhos. O homem que havia falado era exatamente como ela imaginava o protagonista de Ivanhoé.

Wilfred estava à sua frente. Belo e alto... Talvez sua cabeça chegasse ao queixo dele, e, como considerava ter boa altura, a moça realmente pensou no quanto aquele homem parecia grande. Os olhos negros eram ornados por espessos cílios escuros, e o corpo esbelto, definido pelo requintado traje, tornava aquela presença ainda mais dominante e marcante.

Mairi sentiu as pernas adormecerem e, ainda descrente, pensou se o amado herói não teria saído da história para se tornar seu príncipe encantado e tirá-la daquela sua vida miserável.

-Acabou a inspeção? - Perguntou ele, sorrindo.

Envergonhada, saiu de seu devaneio, e guardou rapidamente o livro na prateleira.

-Me desculpe, senhor. Não percebi que estava no recinto.

-Não fique envergonhada. Você entrou e praticamente correu às prateleiras. Foi uma experiência especial observar seus olhos ao puxar dali Ivanhoé, que é meu livro preferido.

-Eu não pretendia danificá-lo...

-Ora, não se preocupe. Eu tenho vários livros de Walter Scott... Inclusive outro Ivanhoé, pode levar este com você se quiser...

A moça revirou os olhos.

-Gostaria muito... – foi sincera - mas não posso – recusou. - Se a senhora Perpétua o vir comigo, achará que eu roubei. – Explicou, ajeitando a touca na cabeça.

O rapaz ficou encantado com a figura exótica à sua frente.

"Linda como o sol, e tão meiga, chega a ser difícil resistir."

-Não se preocupe. Sou o dono da casa, e se lhe estou dando algo, a senhora Perpétua não tem nada que ver com isso.

Mairi abaixou os olhos, e com o livro nos braços, ia deixando a biblioteca, quando o rapaz a chamou.

-Espere!

Mairi estancou no lugar.

-Como se chama? - indagou.

-Mairi... - respondeu tímida, pensando consigo que aquilo parecia uma brincadeira: um lord querendo saber seu nome.

-Mairi? Mairi... Parece música. – Comentou, encantado.

Ela não pôde conter um leve sorriso.

Aquele, que só podia ser o lord Ian, teve ímpetos de pedir a jovem que tirasse a touca, para que pudesse ver-lhe os cabelos, já que, de alguma forma, aquele moça lhe lembrara a Rowena do livro.

-Leu algum outro livro do senhor Scott, Mairi?

Viu-a negando com a cabeça.

-Então, pegue este também. – Ofereceu, tirando um livro da gaveta na escrivaninha.

-Waverly... - falou ela, gaguejando um pouco.

A moça não tinha uma dicção muito boa, mas foi maravilhoso para Ian ver os olhos dela brilharem de ansiedade diante do livro. O duque nunca havia conhecido alguém como ela.

-Você vai gostar... - afirmou Ian, já disposto a contar a história do livro para ela.

No entanto, naquele exato momento, Perpétua entrou na biblioteca.

-Oh! Perdão, lord Ian! – Exclamou. - Eu não sabia que estava aqui. – Voltou-se para a estante, onde Mairi se encontrava. – Essa desastrada está o incomodando? – Seus olhos tornaram-se recriminadores. - Mairi, quantas vezes já disse para não incomodar os nobres? Vamos!

Ian sentiu uma vontade louca de protegê-la, pois a governanta sempre foi muito dura com os criados, contudo, ele próprio não sabia bem como lidar com os empregados. Além do que, em se tratando de Perpétua, até James, o orgulhoso mordomo da família, parecia ter receio de levantar a voz. Mesmo assim, precisava interferir de algum modo.

-Senhora Perpétua... - disse alto, ganhando a atenção da mulher. - Ela não está me incomodando. Inclusive, falávamos sobre Walter Scott e seus livros. Aliás, presenteei Mairi com dois livros e gostaria de pedir a senhora que a liberasse mais cedo de seus afazeres, para que possa ler meus presentes.

A governanta arregalou os olhos. Sem saída, apenas consentiu com a cabeça. Logo depois ela e Mairi se retiraram da biblioteca.

-Ele é lord Ian? - perguntou Mairi a mulher, com a voz baixa.

-Sim... – confirmou. - Pobre lord Ian, vive trancado naquela biblioteca desde a morte de lady Eleanor.

Ouvir aquilo entristeceu o coração da jovem empregada.

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Video 01 - Josiane Veiga

Ola amados(as)

Bom, já tem algum tempo que venho pensando em gravar um vídeo, falando da minha própria literatura e de autores que estou lendo/acompanhando.

Após ler Escapismo, decidi que chegou a hora. Foi meio traumatizante pra mim me ver em vídeo, pois estou com o rosto bastante inchado por conta da medicação que estou tomando (para quem não sabe, estou me submetendo a um tratamento pulmonar devido a uma grave infecção nos pulmões). Senti-me um tanto quanto... desfigurada... e anormal. O corpo magro e o rosto enorme, mas....faz parte! Portanto, se algum troll dizer algo, fica aqui a explicação!

Enfim, sobre o vídeo, tem uma apresentação minha e dos meus trabalhos, e um comentário sobre apoiadores e apoiados. Como é o primeiro, cometi alguns erros, como deixar a janela aberta e o sol invadir o quarto. Por conta disso, as capas não ficaram fácil de ver, mas... abaixo os links dos livros.


GUARDIANS

ESCAPISMO

LUA ESCARLATE



Pessoas citadas do Livro:

@ARFortaleza

@c_delivros

@petitAnge0

@LucyRangel

@rafaelarocham

@catterrassa

Resenhas citadas:

Adoro Romances Fortaleza

Caçadora de livros.

Resenha de Escapismo

Resenha de Lua Escarlate


Contracapa feita pela Melissa Araujo


Para adquirir meus livros:

Rendição: Formato condensado / Formato normal

A Insignia de Claymor: Formato condensado / Formato normal

A Rosa entre Espinhos: Formato condensado / Formato normal

sexta-feira, 22 de julho de 2011

[Resenha] Escapismo - Pedaços de um Universo Particular



Sinopse:

O que há no coração de um escritor? Desse ser que "escapa" da realidade e encontra no papel e lápis um prazer tão grande que nem mesmo as palavras - suas eternas companheiras - conseguem descrever; que quando escreve fica completamente paralelo ao mundo e imune a todos os problemas que nele existe?

Um Universo. Um pequeno universo particular ao qual só ele tem acesso. Um universo de paisagens maravilhosas e criaturas fantásticas; onde aventuras, guerras, romances, intrigas e provas de verdadeiro heroísmo se desenrolam; a moradia de personagens que mesmo existindo apenas dentro de si, se tornam seus grandes amigos - mesmo quando são vilões; o lugar mágico no qual toda sua vontade é lei e o destino de tudo está em suas mãos.

Como conhecer um pouco desse Universo Particular? Quando “pedaços” dele são colocados no papel através de palavras e transformados em livros. Que ao chegar às mãos do Leitor, prometem uma grande viagem.

Rafaela Rocha Macedo reuniu seis pequenos "pedaços" de seu universo particular no formato de crônicas, na intenção de levar aos leitores alguns de seus personagens e um pouco de suas "vidas". Personagens que futuramente aparecerão nos próximos lançamentos da autora.



Literatura é algo de gosto... Às vezes o que serve pra você, não serve pra mim... e vice-e-versa...

Quando minha mãe ligou para meu trabalho avisando que o correio havia entregado um livro chamado “Escapismo” fiquei muito animada. Eu já havia ouvido maravilhas do livro, inclusive de uma amiga minha, a escritora Luciane Rangel, que havia adorado a história.

Então, cheguei em casa, jantei, e fui pro quarto disposta a adentrar o mundo que Rafaela Rocha chama de “seu universo particular”.

A Luciane, em sua resenha, havia salientado o quanto gostara das histórias iniciais, de Atela e sua mãe Lórien, então fui crente e firme de que iria amar essas duas primeiras histórias. Aqui entra algo muito interessante, o que serve pra um leitor, não serve pra outro.

Com a mais franca sinceridade, não as achei tão maravilhosas quanto citou Lucy. Rafaela é uma excelente escritora, me lembrou muito Tolkien em suas cenas de batalha, mas não havia algo lá que pudesse me fazer ficar completamente focada, sem fôlego ou pasma. Era apenas uma história agradável, de personagens agradáveis e coerentes. Para ler essas 38 páginas iniciais eu demorei cerca de uma hora, pois dividia a atenção com o Twitter e o msn.

Mas, a partir da página 39 tudo muda.

A cena, em especial se volta para os deuses Atena, Hades e Apolo. E, além desses, surge o DELICIOSOOOO Markus.

Sinceramente? Desliguei o msn, fechei a janela do twitter, tranquei a porta do quarto, enfiei-me embaixo da coberta e DEVOREI o livro. Detalhe: duas vezes!

Eu não sei a cronologia da escrita da Rafaela, mas eu sinto que a história dos deuses foi escrita bem depois a de Atela. Por mais que a Rafaela seja uma excelente escritora, a história ganha um ritmo e um salto de qualidade gritante na segunda fase. Você fica sem fôlego, sem ar, com pena, acha fofo, engraçado, fica com raiva, e contempla seus próprios sentimentos descritos com uma maestria invejável.

Outro detalhe: A segunda parte do livro é Yaoi. Bom, existem muitos Yaois por aí, não? Mas a Rafaela consegue algo que poucas escritoras conseguem: Criar uma personagem feminina incrível e deliciosa nesse universo masculino.

Anne Rice, e a inesquecível Claudia. Eu mesma posso me citar com a vilã Audrey Morgan, e agora, Rafaela Rocha e sua impressionante Atena. Aliás, para fãs do universo japonês, se você espera uma Atena como Saori de Sant Seiya vai ter uma magnífica surpresa. A Atena de Rafaela Rocha é forte, dinâmica, corajosa, honrada e muito bem estruturada.

Eu amei Escapismo.

Já está na estante como favoritos. Mas, tem um porém: o livro só tem 87 páginas! Escapismo merecia no mínimo mil. Eu adoraria passar dias na sintonia do delicioso Hades, descobrir os motivos de Apolo (já tenho minhas teorias) e sofrer com o amor platônico de Markus (ou Caronte para os íntimos).

É um livro incrível, perfeito. Não tem erros, não tem falhas, não tem buracos. Tem apenas história (e que história!).

Eu indico com estrela de ouro! O melhor livro que li nesse ano, sem dúvidas!

Josiane Veiga

quarta-feira, 20 de julho de 2011

Selinho - meme

Selinho

Olá amores, a Rafa do livro Escapismo me mandou esse selinho, então vou compartilhar^^



Regras do Selinho

~ Indicar 10 Blogs para esse Selinho
~ Avisar aos indicados sobre o Meme
~ Falar 10 coisas sobre você
~ Linkar o blog que te presenteou

10 coisa sobre mim


1 - Fiquei um mês sem dormir a noite por causa do filme "Contatos de 4º grau" com medo dos ETS me pegarem assim que adormecesse, até descobrir que o filme era fake...

2 - Não acredito em almas, espiritos, nem vida após a morte. Talvez, por isso, tenho horror da morte. Acho que quando morremos vamos para o NADA, o vazio.

3 - Sou excentrica.

4 - Sou aquariana, mas nao acredito em horroscopo.

5 -Musica? Só conheço arashi!

6 - Acredito em Ohmiya!

7 - Meu filme favorito é: o senhor dos anéis.

8 - Já li a Biblia pelo menos 3 vezes (inteira)

9 - Sou muito cética.

10 - Amor incondicional? So por Deus e pela minha mãe.

Blogs Indicados

Adoro Romances Fortaleza
Lady Graciosa
Análise e Leituras
Samila Lages - Contos e Romances
Ei, Olha Meu Livro!
Os Protetores Fic (original)
Mundo Sombrio
O pequeno grande mundo de Lacie
ルシちゃん の 世界

segunda-feira, 18 de julho de 2011

CAIU OS PREÇOS!

CAIU OS PREÇOS! AGORA TODOS PODERÃO TER SEU RENDIÇÃO, IDC e REE!!!
Realmente pensei muito na hipotese de tirar meus romances do CDA. A qualidade grafica e de entrega é excelente, mas diante das ultimas resenhas, e do montante de pessoas que gostariam de ter minhas obras, resolvi que está na hora de ter um formato mais condensado e mais acessivel para todos.

Assim sendo, coloquei os livros também no Bookess, que além de terem um formato mais simples,
não tão sofisticado quanto o CDA, ainda possuem o frete grátis e parcelam em até 12X no cartão.

Assim sendo, quem quiser adquirir, lembre-se sempre que esse é o formato + simples, sem abas e capa brochura.

O COMPARATIVO:


Rendição
Impresso
R$ 56,72
Ebook
R$ 15,08
Impresso
R$43,34
Ebook
R$ 11,54





No clube de autores SEM FRETE!
Impresso
R$ 46,10
Ebook
R$ 12,06
Impresso
R$38,16
Ebook
R$ 7,69




No clube de autores SEM FRETE!
Impresso
R$ 45,61
Ebook
R$ 09,05
Impresso
R$40,56
Ebook
R$ 7,69


Acredito que agora quem desejar, pode adquirir^^ Ainda não recebi os meus, não sei a qualidade, mas acredito pelo historico da Bookess que vi por aí, acredito que tem excelente qualidade!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Meme Literários




1 - Existe um livro que você leria muitas e muitas vezes? Qual?

Bom... deixa eu ver: a Biblia. Com certeza. Sempre tem algo lá que me faz redescobri-la.

2 - Se pudesse escolher um livro para ler o resto da vida, qual escolheria?

A Biblia de novo.

3 - Indique um livro para que os outros possam ler.

Guardians - Luciane Rangel. Ninguém entende meu fascinio por Guardians até começar a lê-lo. Daí eu passo a ser inteiramente compreendida.


4 - Indique 10 blogs para responder esse Meme.





Adoro Romances Fortaleza




5 - Link o blog que te indicou.

http://suellen-san.blogspot.com/

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Nova resenha

Ahhh... que lindaaaa que ficou. Agradeço de coração a resenha da Alexandrina do blog Adoro Romances Fortaleza.
Quem desejar ler:
http://adororomancesfortaleza.blogspot.com/2011/07/insignia-de-claymor-josianeveiga.html

segunda-feira, 27 de junho de 2011

A Insígnia de Claymor - Prólogo

Leia os capítulos Iniciais:

Prólogo
Final da Idade Média, Europa.

Os gritos repetiram-se durante toda à tarde e noite. Eram agonizantes, lamuriosos e demonstravam com realidade a dor que Lady Josephine sentia. O som seco e constante fez o castelo de Claymor cair em um silêncio sepulcral.

Na ante sala do castelo, uma dupla de homens sentava-se próximo a uma lareira. Nenhum dele tecia nenhum comentário sobre a dor da mulher e nenhuma emoção partia da parte masculina perante o sofrimento da Lady que gemia no quarto.

Ao lado da cadeira do Lord, uma criança de cinco anos observava a frieza dos adultos. O menino era loiro e de intensos olhos azuis. Seu aspecto era idêntico ao da mãe, Natasha, russa que veio de suas terras para se casar com Albert, o imponente homem que bebia ao seu lado.

Albert Claymor amou Natasha e amava seu herdeiro com a intensidade de um homem de sangue quente. Mas o destino quis que a bela e loira russa viesse a falecer num acidente com os cavalos. Dois anos depois ele se casou novamente, mais para satisfazer os desejos da carne do que por amor ou pelo dinheiro que o pai de Josephine lhe oferecera. Apesar da independência, Albert nunca se sentiu a vontade para procurar aliviar sua tensão sexual na vila, portanto a única coisa a fazer seria arrumar uma esposa.

Conheceu Josephine na corte francesa, e notou que poderia desejá-la. A jovem mulher tinha cabelos tão vermelhos quanto o sangue e olhos tão azuis quanto o céu ao amanhecer. E era tão pacifica quanto uma morta. Nunca se negou a nada, e quando engravidou, mal sorriu.

-Acho que ela vai morrer... – murmurou ao homem a sua frente.

-É o primeiro filho dela. O primeiro parto é sempre difícil – respondeu Adam, amigo e leal cavaleiro que servia a Albert.

Os olhos de Lord Claymor demonstraram descrença.

-Josephine é mais frágil que uma pena. Tenho certeza de que não aguentara parir um bebê. Eu a avisei de que se protegesse com as ervas para não ficar prenhe, mas ela não me ouviu. Não queria mais um filho, pois já tenho um herdeiro – falou e apontou com a cabeça o menino loiro.

Alexei Claymor, a criança, tentava compreender porque seu pai aparentava não se importar com Josephine, já que a madrasta era uma boa pessoa. Sem sucesso, apenas foi ao colo de Albert como se precisasse saber se o pai mantinha com ele o mesmo sentimento que nutria pela madrasta.

Para seu alívio, o homem de cabelos escuros sorriu ao notar o menino no seu colo. Não... ele não amava Josephine, mas idolatrava Alexei. Seu sangue e sangue de Natasha!

Um grito mais agudo encheu o ar, e então houve silêncio. Pareciam que na sala todos ficaram aliviados ao notar que não mais Josephine os incomodava com sua dor. Ninguém se levantou para ver o que tinha acontecido; portanto, o garoto estava curioso. Demorou cerca de cinco minutos até alguém se aproximar. A velha parteira do vilarejo foi caminhando em direção aos homens. Alexei assustou-se imediatamente ao vê-la coberta de sangue e então se apertou mais ao pai.

-Milady não resistiu – balbuciou a mulher.

Albert pegou um cálice com rum que estava em uma mesa ao lado e bebeu tranquilamente. Nenhuma palavra nem gesto. Quando por fim se pronunciou, perguntou:

-E a criança?

-Está viva.

O Lord não sabia se ficava aliviado ou não com a informação. Retirando o menino de suas pernas, ele se levantou.

-É um menino? – perguntou esperando uma boa notícia.

-É uma menina.

Segurando um palavrão que dançou em seus lábios, Albert olhou para o amigo Adam que erguia as sobrancelhas esperando uma ordem. A ordem não veio.

-Uma menina! Era só o que faltava! Por que Deus me enviou uma menina? Um filho mais jovem eu poderia mandar para as guerras ou entregar a Igreja, mas uma filha só me trará problemas. Terei que criá-la para depois entregá-la a qualquer homem que a vai tratar como todos os homens tratam as mulheres: como cães!

Sem entender o porquê, Alexei sentiu que não queria que a menina fosse tratada como um animal.

-Isso se o marido não bater nela. A Igreja até esta apoiando essas atitudes para que o homem mantenha o controle de sua casa – completou Adam, secamente.

Albert caminhou até uma janela e observou a noite que se tornava cada vez mais densa.

-Milord deseja que eu me desfaça da menina? – perguntou a velha, sem piedade.

Pratica comum, ele sabia. Mas era religioso. Um intelectual que estudou grego, latim (obviamente escondido dos padres e escribas) e aramaico não poderia se fazer de desentendido quando se encontrasse com o Todo Poderoso no juízo final. Além disso, temia os castigos que Deus pudesse lhe enviar se mandasse matar a menina.

-Não. Arrume uma ama de leite.

A ordem foi acatada com servidão. Agachando-se a mulher retirou-se do aposento.

Voltando para a mesa a fim de beber mais, Albert não notou que o menino Alexei deixou a sala e seguiu a velha corcunda.

Os passos o levaram até o quarto de Josephine. Assustado ele viu a madrasta atirada sobre a cama, os olhos abertos e marcas de lágrimas em sua face. Mesmo ainda inocente demais para entender a morte e a maneira como a madrasta veio a falecer, Alexei sentiu piedade. Quis se aproximar, mas lhe faltava coragem. Foi neste momento que a velha parteira notou o menino. Pela primeira vez naquele dia, ela sorriu.

-O jovem Lord Alexei quer conhecer sua irmã?

Sua irmã?

Um tanto receoso, aproximou-se da velha e observou que a mesma tinha um embrulho nas mãos. Era uma criança que chorava baixo, e mexia as mãos como se procurasse por algo.
Quando a parteira curvou-se, ele viu o pequeno ser, inteiramente vermelho e tristonho.

Completamente só e desamparado.

E, naquele momento, Alexei a amou.

E não foi um amor fraterno.

Era um amor de homem para com uma mulher.

segunda-feira, 20 de junho de 2011

[Resenha] Lua escarlate – Água e vinho


Sinopse - Lua Escarlate - Água / Vinho - Catalina Terrassa

Lua Escarlate é uma série de três livros, que contam a história da Família Saint-Claire (Uma família de ex-vampiros), que foge da Grécia e se muda para a cidade de St. Helens, no estado do Oregon. Os Saint-Claire desejam um novo recomeço, mas eles sempre são perseguidos pelo seu pas-sado, que está à espreita pronto para atacá-los. Grace Saint-Claire e sua família acabam de se mudar para uma nova casa, na esperança de esquecer o passado. Ela, junto com sua família devem se adaptar a uma nova vida, ou melhor,“tratamento”, que devolveu a eles a possibilidade de envelhecer. Mas existe um problema: antes de abandonarem seu antigo lar, os Saint-Claire desobedece-ram a lei, pois eles se tornaram a água. E a água jamais deve saber da existência do vinho.

Lua Escarlate - Água / Vinho - Catalina Terrassa



Resenha:

Bom, eu sou uma pessoa preconceituosa com alguns tipos de livros. Vampiros, por exemplo. Lembro-me que assisti ao filme Crepúsculo e adorei. Lógico, não era lá O FILME DA MINHA VIDA, mas era divertido, deu pra passar a noite rindo e adorando algumas cenas. Daí fui ler o livro, e detestei. Coisa sem sal, achei. E então, por causa de algumas amigas, fui atirada no mundo das fãs da série, que idolatram a obra como se fosse a coisa mais magnifica do mundo. Desculpem, mas na adolescência eu lia livros bons, e então meu gosto é mais... aguçado. Assim sendo, eu estava na contramão da modinha atual.

Qualquer pessoa com o mínimo de bagagem cultural, imediatamente odeia livros-modinha, especialmente quando os mesmos não representam verdadeiramente a fama que possuem.

Portanto, de cara, o livro da Catalina podia não me atrair muito, afinal, é uma saga de vampiros tentando viver uma vida comum em uma cidade pacata. A protagonista Grace, uma jovem vampira apaixonada pela família, boa moça, inteligente e dinâmica, não é exatamente o estereotipo de personagens que me atraem (gosto de personagens complicados, polêmicos). Mas, após ler algumas críticas positivas da obra, decidi iniciar a leitura, e bem... valeu a pena.

A Família Sant Claire (nome esse criado em sua fuga dos demais vampiros que residiam na Grécia) é composta por Grace, Celine (a mãe), Lilly ( a esperta irmã menor, que por sua perspicaz e esperteza me lembra a idolatrada Claudia de Anne Rice) e Lucas (o irmão do meio).

Ao contrário de Crepúsculo e suas copias mal fadadas e indigestas,Lua Escarlate brilha pela forma cômica que lida com as situações. O relacionamento dos irmãos é um RELACIONAMENTO, com seus altos e baixos, recheado de birras infantis, e situações reais. Eu gosto de ver o dia a dia sendo escrito de maneira real, com situações tão comuns que podiam ocorrer a qualquer um de nós.


O ponto fraco do livro talvés seja o desenvolvimento da relação de Paul e Grace, muito súbita, Viu=Gamou! Ela, claro, tem o magnetismo dos vampiros, mas gostaria de ter visto esse amor florescer com mais calma, mais... realidade.

Enfim, eu gostei da obra e recomendo a todos que gostam de livros do gênero.

quinta-feira, 12 de maio de 2011

Book Tour

Por sugestão da autora Luciane Rangel, resolvi abrir um Book Tour com meus livros. Como eu mal cuido do meu blog, e não entendo direito de como funciona um Book Tour, a Luciane me ofereceu seu apoio (amigas são pra essas coisas.. hauahaaua *cara de pau*).

Assim, o Book Tour não vai seguir pelo Fic Lovers, e sim pelo blog Guardians.

Então, vamos a ele:







BOOK TOUR JOSIANE VEIGA




São 3 livros!
Rendição
A Insígnia de Claymor
A Rosa entre Espinhos

LinkComo funciona:
O primeiro blog da lista vai receber os 3 livros de uma só vez. Após o blogueiro ler o primeiro, e resenhar, enviará para o próximo blog da lista.
E então irá para o segundo e o terceiro, em ordem. O primeiro a receber poderá escolher qual dos três livros lhe interessou mais, e começará por ele, mas precisa enviar assim que o resenhar, para que o Book Tour funcione mais rápido e os demais blogs não fiquem esperando muito.

Ou seja:
Leu, resenhou, envia. Simples.

Regras:
1- Ser residente no Brasil

2- Ter um blog literário há, pelo menos, um mês. O blog não precisa ser completamente voltado para literatura, mas deve ter este como um de seus temas.

3- Deixar seus dados disponíveis para os demais participantes do book tour.

4- Se comprometer em cuidar bem do livro enquanto estiver com ele, bem como de ler e enviar para o próximo blogueiro da lista em até 10 dias.

5- Arcar com as despesas de envio do livro ao próximo participante, enviando-o na modalidade Registro Módico (que costuma ficar em torno de R$6,10) e fornecendo o número de rastreio para o destinatário, e enviando um email para mim, comunicando o envio.

6- Fazer uma resenha do livro em seu blog (não vale só colar a sinopse no blog e escrever abaixo só uma ou duas frases). Na postagem da resenha, deixar os links do livro no Skook. Incluir a mesma resenha no skoob do livro.

7- Ser seguidor do Blog Guardians.

8- Serão aceitos 15 blogs.

9- Ao final do Book Tour, um dos livros será dado para 1 blogueiro participante, por meio de sorteio.

12- Os interessados em participar devem preencher o formulário abaixo e enviar para o email josiane_veiga@yahoo.com.br . As inscrições terminam assim que preencher as 24 vagas.

Nome:
Blog:
Endereço completo:
Telefone celular (com DDD):
Telefone residencial (com DDD)
E-mail para contato:

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A Rosa Entre Espinhos - LANÇAMENTO

Hoje enfim saiu REE, minha primeira original, totalmente remodelada, corrigida, ajeitada, linda. Enfim, um trabalho que me orgulho muito de ter feito. Tenho alguns agradecimentos especiais a fazer:

1º Paola: Minha beta. Ela é a pessoa que briga comigo, me faz me sentir uma analfabeta, e critica meus textos de forma clara e objetiva. Mas, se não fosse por ela, jamais chegaria onde cheguei. Paola corrige de uma forma unica, é clara no que não gosta, e sempre acreditou no meu potencial. Se hoje eu sou uma boa escritora, muito se deve a ela. Muito obrigada flor!

2º Melissa (petit): a fanartista. Mel é minha filha amada, que sempre estava lá para surtar e torcer pros vilões, assim como eu. Seu incentivo foi muito importante e sem ele não teria conseguido chegar ao final.

3º Luciane Rangel: o ídolo. Lucy é a pessoa que "chegou lá" que mais me incentivou na carreira. É dela o prefácio de REE, e é dela muito da obra. Seus conselhos, seus comentários, enfim, tudo que fez por mim, me ajudou muito.

4º Kane, Amanda, Vicky, Storm, etc... todos os leitores da "fics originais", que sempre me trataram melhor do que eu mereço. Muito obrigada.

Enfim, a todos que sempre estiveram do lado, leitores meus ou não, obrigada por tudo.

Enfim, apresento-lhes meu terceiro livro:

A Rosa entre Espinhos



Na maldade da vida, ela aprendeu a viver...

Mairi amou Ian McGreggor no mesmo instante em que o viu. No entanto, a moça de olhos claros não imaginava que sua paixão pelo duque de York estava seriamente corrompida por uma maldição....E que o amor de seus sonhos se tornaria um pesadelo.

Violada, grávida, destruída, ela se vê obrigada a viver ao lado de um homem que não mais conhece. O antigo amor tornou-se repulsa, e as crenças tão firmemente enraizadas em seu ser começam a tornar-se dúvidas. Nesse mar de sentimentos e incertezas, enfim, ela precisa saber se está pronta para perdoar.

Nos braços de uma mulher, ele aprendeu a crescer...

Ian McGreggor viu, sua vida virar do avesso. Acusado de assassinato, com a loucura da mãe, e fantasmas pelo castelo, o rapaz se vê tomado de ódio pela única mulher que amou. Sem escrúpulos, fere-a sem piedade, para mais tarde entender que o sofrimento dela não lhe causava nenhum alento.

Como recuperar o amor de alguém que não o suporta? E como provar sua inocência duvidando de si mesmo?


Link: http://clubedeautores.com.br/book/43068-
-A_Rosa_entre_Espinhos